Datilografando nos tempos dos Bancos de Dados
O
surgimento dos computadores facilitam o arquivamento dos documentos
pessoais que são conhecidos atualmente como banco de dados. As empresas
comerciais, serviços públicos, escolas, segurança, etc tem guarda os
cadastros dos clientes, alunos, funcionários e seguidores de maneira
digital e de fácil e rápido acesso. Esses Banco de Dados ficam em
computadores interligados em rede local e internet, podendo ser acessado
em qualquer parte da empresa e estando a empresa distribuída por vários
locais, cidades ou mesmo países.


Como
exemplo dessa anomalia (eu diria retrocesso) podemos citar os cursos
oferecidos aos professores nas diversas Secretarias de Educação
(municipais e estaduais), onde a pessoa para fazer a inscrição tem de
preencher uma ficha, mesmo o professor já tendo um cadastro funcional no
sistema. O mais estranho é que provavelmente não exista mais
secretarias de educação sem pelo menos um pequeno número de computadores
interligados em rede e sem o cadastro dos funcionários. Isso é evidente
quando olhamos para o controle da Folha de Pagamento dos Funcionários,
que é feita calculando em um programa de computador, onde é obrigatório
a existência de um cadastro dos funcionários.
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